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Novo estudo sobre Parkinson

24/03/2026

Uma pesquisa denominada Estudo Australiano de Genética da Doença de Parkinson, liderado pelo Instituto de Pesquisa Médica QIMR Berghofer, realializada com cerca de 10.900 australianos portadores da doença, mapeou sintomas ocultos do Parkinson, mostrando que a doença neurológica caracterizada por manifestações motoras também tem outros sinais menos conhecidos, como distúrbios do sono.  Fatores ambientais e sexo também afetam risco do quadro.

O Parkinson é uma doença progressiva na qual as células que produzem o neurotransmissor dopamina em uma parte do cérebro chamada “substância negra” começam a morrer.  Isso é acompanhado por outras alterações cerebrais.  Geralmente é considerada um distúrbio do movimento.  Os sintomas motores mais comuns incluem tremor de repouso, lentidão dos movimentos, rigidez muscular e problemas de equilíbrio.

O novo estudo reforçou a frequência com que os sintomas não motores são relatados, sendo a perda do olfato (52%), alterações na memória (65%), e tonturas (66%) os mais comuns. Distúrbios do sono como insônia e sonolência diurna afetaram 96% dos participantes. A idade é o principal fator de risco para a doença de Parkinson e a idade média para o início dos sintomas é 64 anos.

A doença, que é 1,5 vezes mais comum em homens, também se manifesta e progride de forma diferente em homens e mulheres. Os homens apresentaram mais alterações de memória do que as mulheres (67% contra 61%) e comportamentos impulsivos, sobretudo sexuais (56% contra 19%).

(Essas informações foram retiradas de artigo publicado no The Conversation sob Licença Creative Commons)

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