02/02/2026
Pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong, em Wuhan, na China, divulgaram estudo realizado com camundongos, mostrando que uma proteína produzida pelas células cancerígenas para se infiltrar no cérebro, acaba ajudando a eliminar placas de uma outra proteína chamada beta-amiloide, característica do desenvolvimento do Alzheimer. Assim, células cancerígenas produzem proteína que se liga às placas responsáveis pela doença neurodegenerativa e as elimina.
Uma metanálise de 2020, com dados de mais de 9,6 milhões de pessoas, constatou uma redução de 11% na incidência de Alzheimer entre pessoas que tiveram câncer.